quarta-feira, 28 de abril de 2010

Segurança Pública entra na Campanha Eleitoral

Aos poucos a segurança pública está sendo introduzida no discurso dos candidatos à Presidência da República.


A se considerar que ainda se trata de pré-campanha, a sinalização é no sentido de que o tema deve envolver um compromisso político definitivo do próximo governo com estabelecimento de um novo estatuto penal para o País com foco no combate rigoroso da criminalidade e na reforma do sistema penitenciário.

O pré-candidato José Serra fez até agora a melhor sinalização ao anunciar a criação do Ministério da Segurança Pública. Entende com muita razão o ex-governador de São Paulo que é preciso desvincular do Ministério da Justiça a atribuição de gerenciamento das políticas para o setor. Por enquanto é uma ideia embrionária que pode resultar em proposta de governo abrangente a ser submetida ao eleitor. Vale lembrar que ele tem resultados positivos para mostrar.

Os índices de homicídio no Brasil, barômetro criminalidade, não caíram em função do Estatuto do Desarmamento como argumentam os petistas. A grande influência na baixa do estoque de assassinatos no País se deve principalmente às políticas de prevenção ao delito executadas ao longo dos sucessivos governos tucanos em São Paulo. Os números mostram que no mais rico e populoso Estado do Brasil caiu pela metade a incidência de homicídio na década compreendida entre 1997 e 2007.

A ex-ministra Dilma Rousseff possui um palpite sobre a segurança pública. A pré-candidata teve na semana passada uma expansão verbal conservadora e se declarou contra a descriminalização do uso das drogas. Ótimo, basta saber o que realmente há de sinceridade no discurso.
Aparentemente, Dilma levantou o problema para criar contraponto ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que defende a liberalização do consumo de substâncias entorpecentes.

De toda maneira, há aqui uma contradição evidente. O tucanato quando estava no poder tinha a intenção, mas faltou coragem para implantar o “liberou geral”. O pessoal do governo Lula, que guarda muita afinidade com os tucanos neste “barato”, foi além para satisfazer os interesses de usuários e traficantes. Não descriminalizou o uso de substâncias entorpecentes, no entanto na prática liberou o consumo de drogas ao instituir um crime que não tem pena.

A pré-candidata pode rever esse retrocesso legislativo instituído em 2006 e cujas conseqüências devastadoras são sentidas em todo o país, inclusive nos grotões onde o crack se disseminou de forma irremediável. Nesse sentido ingressei com projeto de lei no Senado que revoga a despenalização do consumo e cria a figura jurídica popularmente chamada de “internação compulsória”.

As diretrizes da lei petista que liberou o uso de drogas eram no sentido de punir com mais rigor o traficante e de instituir políticas de prevenção e tratamento ao usuário. Não fez uma coisa nem outra. Hoje as autoridades policiais se sentem inúteis diante do avanço do uso de drogas porque a lei as impedem de cumprir as suas prerrogativas funcionais.

O discurso de estreia da ex-ministra Dilma Rousseff sobre a segurança ainda precisa de conteúdo para gerar confiança. A pré-candidata endereçou doces palavras ao sintetizar o que seria a sua política antidrogas. Prometeu autoridade, carinho e apoio. “Apoio para impedir que mais jovens caiam nessa armadilha fatal (as drogas), carinho para cuidar dos que precisam se libertar do vício e autoridade para combater e derrotar os traficantes".

Fiquei comovido com os instintos maternais da ex-ministra que possivelmente se mirou no apotegma de Che Guevara para fazer da proposta antidrogas um misto de rigor e ternura. Foi lindo, mas ficou evidente que a pré-candidata conferiu tratamento amador à matéria. Vamos esperar que os puxões de orelha do presidente melhorem o palavreado de Dilma.


Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM-GO)


Fonte: Blog do Noblat

terça-feira, 27 de abril de 2010

Ministério da Segurança Pública

Dilma é contra - Serra é a favor


A ex-ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, durante discurso para o Movimento União Brasil Caminhoneiros, se posicionou contra a proposta do adversário tucano, José Serra, de criar o Ministério de Segurança Pública. Segundo ela, o Ministério da Justiça já cumpre o papel nesta área.

" Setenta e oito por cento das metas do ministério (da Justiça) estão destinadas à área de segurança pública."

Dilma destacou que o governo Lula possibilitou a realização de 1.012 operações especiais da Polícia Federal, o que, segundo ela, representa 40 vezes mais o que foi feito no passado.

Em entrevista à TV Bandeirantes , Serra defendeu na segunda-feira leis mais rigorosas para criminosos e prometeu criar o Ministério da Segurança Pública, caso seja eleito.

" As coisas da Justiça devem ficar no Ministério da Justiça. Já a repressão ao crime tem que ser num ministério especializado e organizar todo o trabalho de segurança no Brasil."

Porém, tanto Dilma quanto Serra mostraram preocupação com a proposta do governo de instituir o monitoramento eletrônico de presos de baixa periculosidade e, com isso, reduzir a superlotação do sistema carcerário do país.


Fonte: O Globo

sábado, 24 de abril de 2010

Atentado contra secretária de Segurança deixa quatro mortos

Um atentado contra um comboio da Secretaria de Segurança Pública


Um atentado contra um comboio da secretaria de Segurança Pública do Estado mexicano de Michoacán (oeste) deixou, na madrugada de sábado, quatro mortos e 11 feridos. Entre os feridos está a titular da pasta, Minerva Bautista, informou a promotoria local.

"Um trailer fechou a passagem às caminhonetes nas quais viajavam Minerva Bautista e sua equipe de segurança e, em um momento, um grupo armado atirou contra todo o pessoal da secretaria, sem importar que pelo local passassem civis", disse Jesús Montejano Ramírez, procurador de Michoacán, à agência de notícias France Presse.

O ataque ocorreu no norte de Morelia, capital do Estado, quando a funcionária e sua escolta voltavam de coordenar a segurança de uma feira, inaugurada na noite de sexta-feira.

Dois seguranças e dois civis morreram, enquanto outros quatro seguranças, seis civis e a própria secretária tiveram ferimentos diversos. Minerva ficou ferida com um estilhaço de granada e foi levada a um hospital onde se encontra estável, informou o governo de Michoacán em um comunicado.

Os atacantes usaram armas AK-47 e AR-15, uma Barret e granadas de fragmentação, acrescentou o procurador.

No Estado de Michoacán agem os cartéis de narcotraficantes rivais La Familia e Los Zetas, integrado por ex-militares de elite do Exército mexicano.

Mais de 22,7 mil pessoas foram assassinadas no México desde o fim de 2006, no âmbito de uma guerra contra o tráfico de drogas que o governo enfrenta com 50 mil militares.

France Presse, na Cidade do México

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Assassino confesso de GO cita quadrilha de pornografia

'Não consigo parar de matar, preciso de ajuda para parar com essas coisas', afirmou hoje, em entrevista à imprensa na Secretaria de Segurança Pública (SSP) de Goiás, em Goiânia, o preso Admar de Jesus, assassino confesso de seis jovens de 13 a 19 anos na cidade de Luziânia.

Na entrevista, ele disse que mantinha um 'contrato' com uma quadrilha de traficantes que atua em rede de pornografia na internet, descreveu a extrema violência com que matou os jovens e pediu perdão às mães pelos crimes.

'Recebo uma voz do além, que me manda fazer essas coisas, acho que é o capeta', disse. 'Eu peço perdão às mães. Não fiz por querer mal, foi por dinheiro.' Ele contou que matou os seis jovens a pauladas e golpes de enxadão e de martelo de pedreiro, quatro deles pelas costas, de surpresa. Dois deles, atacados pela frente, reagiram, mas 'não tiveram chance', porque ele, armado, os dominou.

Ao pedir perdão às mães, ele admitiu que terá que 'pagar pelos crimes', mas tentou se justificar alegando que foi 'forçado' a cometer os assassinatos: 'Me atiçaram, me atentaram.' Admar de Jesus disse que vinha sendo chantageado por uma quadrilha de traficantes que lida com pornografia na internet.

O assassino confesso afirmou que um dos jovens mortos, ao qual identificou apenas como 'Zé', seria intermediário dessa quadrilha. Acrescentou que, por intermédio desse jovem, a quadrilha o havia contratado por R$ 5 mil para prestar aos traficantes 'serviços' como cobrar dívidas, matar alguns devedores do tráfico e produzir pornografia infantil.

Na entrevista, Admar contou que manteve relações sexuais com dois dos seis adolescentes antes de matá-los, e que 'Zé' lhe dissera que as imagens pornográficas seriam entregues a um pastor evangélico. Afirmou que todos os seis jovens teriam envolvimento com drogas e que os convencia a entrar na mata convidando-os a fumar maconha.

Problemas psicológicos

Ele contou ainda que frequentava uma igreja evangélica em Luziânia e que, imediatamente antes de dois dos crimes, participou de cultos no local. Ao sair, acrescentou, continuava 'ouvindo vozes' que o 'atiçavam' a matar. Relatou ainda que havia recebido encomenda de mais dois assassinatos de garotos. Um deles foi apreendido pela Polícia Federal (PF) que, por meio dessa identificação, levantou informações que ajudaram a Polícia Civil a chegar a Admar.

O assassino confesso disse ainda que, quando era mais novo, foi vítima de abuso sexual e que o pior episódio se deu quando foi assaltado. Nessa ocasião, os ladrões lhe roubaram tudo, o estupraram e lhe cortaram a língua (ele fala com dificuldade). Afirmou que isso o deixou revoltado e com problemas psicológicos. 'Não consigo parar de matar, preciso de ajuda para parar com essas coisas.'

Admar disse que no sábado, na prisão em Goiânia, tentou se enforcar com uma blusa, mas ela se rasgou. A uma pergunta se teme ser morto na prisão, respondeu: 'Tenho medo sim, já fui ameaçado e tenho medo de ser morto.'


CPI da Pedofilia

O assassino confesso prestou mais um depoimento hoje à tarde. Desta vez para os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, e Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI da Pedofilia.

No depoimento, Admar, também pedófilo confesso, fez novas revelações, a principal delas foi a de que teve relações sexuais com os seis garotos antes de assassiná-los e não apenas com dois, como havia revelado na entrevista concedida pela manhã. A principal prova disso é que todos os corpos foram enterrados nus e apresentavam sinais de violação. Interrogado sobre isso, ele acabou confessando.

Na saída do interrogatório, que foi realizado na Secretaria de Segurança, em Goiânia, na presença dos delegados que comandam o inquérito, o senador Demóstenes Torres informou que vai trabalhar, no Congresso, para a aprovação de algumas medidas para agravar as penas de quem comete crimes hediondos e impedir que saiam da cadeia bandidos com histórico de pedofilia e de abusos sexuais.

Um dos projetos, já em tramitação no Congresso, torna obrigatório o laudo criminológico (hoje facultativo), no qual está incluída avaliação psiquiátrica, com base no qual o juiz pode soltar um preso psicopata. Outro projeto que também tramita no Legislativo prevê que a progressão da pena para quem comete crimes hediondos só ocorra após cumpridos dois terços da pena.

Demóstenes reclamou que a medida ainda não entrou em vigor porque o governo foi contra sua aprovação, num primeiro momento, porque, segundo ele, tem uma política voltada para soltar presos em vez de investir na construção de presídios. O terceiro projeto destina-se a implantar o monitoramento eletrônico de detentos que mudam regime de pena. O monitoramento se daria por meio de pulseiras e tornozeleiras eletrônicas.

Demóstenes e Magno Malta informaram que vão convocar para depor no Congresso tanto o juiz que soltou Admar quanto o psiquiatra que emitiu o laudo que atestava que o criminoso sofria de grave doença psiquiátrica, era perigoso e estava inabilitado para voltar ao convívio social sem o tratamento adequado.

Vannildo Mendes

Agencia Estado

domingo, 11 de abril de 2010

Passeata Armada

Ameaça de greve



Uma manifestação de agentes e delegados da Polícia Federal e das policias civil e militar do DF vai coincidir com a chegada em Brasília dos presidentes da China, da Rússia e do primeiro ministro da Índia para o encontro com o presidente Lula

Está programada para a próxima quarta-feira (13) uma gigantesca passeata na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, do contingente de segurança que trabalha no Distrito Federal. Agentes e delegados da Polícia Federal e das polícias civil e militar do DF, além dos bombeiros, vão incorporar o modelito sindicalista para reivindicar a adoção do novo plano de carreira das categorias. A diferença para as manifestações dos outros servidores públicos é que na passeata dos funcionários do setor de segurança, os policiais estarão armados com fuzis, metralhadores e revólveres durante o protesto.

A passeata de quarta-feira (13) vai coincidir com a chegada em Brasília dos presidentes da China, Hu Jintao, da Rússia, Dimitry Medvedev, e do primeiro ministro da Índia, Manmohan Singh, para o encontro com o presidente Lula. Em vários Estados agentes, delegados e pessoal administrativo da PF também vão paralisar as atividades na quarta-feira para pressionar o Congresso a votar a nova lei orgânica da categoria.

Nesta sexta-feira (9) uma assembleia dos policiais do DF contou com a participação de quase 300 pessoas. Muitas delas armadas. Depois da assembleia, foi organizada uma carreata que passou pela Esplanada dos ministérios e chegou a ir ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) onde está funcionando a Presidência da República. A manifestação de hoje foi organizada pelos dirigentes sindicais e contou com a simpatia do comando da PM, que organizou o trânsito para facilitar a vida dos sindicalistas.


Leonel Rocha

Fonte: Revista Época

sábado, 10 de abril de 2010

Máfia

Atentado a bomba contra bicheiro Rogério Andrade na Barra provoca devassa na PM do Rio



RIO - A participação de cinco policiais militares na escolta do contraventor Rogério Andrade, de 47 anos, vai levar a Corregedoria Interna da corporação a deflagrar nos próximos dias uma ação para prender outros PMs envolvidos na segurança do bicheiro e de seu esquema de exploração de bingos e caça-níqueis, na Zona Oeste do Rio. Para o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, "quem trabalha para criminoso, criminoso é". Alvo de um atentado a bomba que resultou na morte do filho, Diogo, de 17 anos, quinta-feira, na Barra da Tijuca, Rogério quer proteção do estado.

Nesta sexta-feira, a Polícia Civil solicitou por meio do Consulado dos EUA ajuda da Agência Americana para Álcool, Tabaco, Armas e Explosivos (ATF, na sigla em inglês) para tentar identificar o tipo e a origem da substância usada no artefato detonado no Corolla blindado usado pelo contraventor.

A perícia preliminar já descartou a hipótese de a explosão ter sido causada pela deflagração de uma granada. Policiais envolvidos na investigação acreditam que a bomba tenha sido feita com explosivo plástico, supostamente C4, ou mesmo TNT, instalada sob o assoalho do lado do motorista e detonada por um timer ou por meio de um telefone celular:

- Certo, por enquanto, é que a bomba foi feita por um especialista, provavelmente com experiência militar - disse um dos policiais da Divisão de Homicídios (DH).

Policiais da unidade confirmaram que o Corolla de Rogério havia sido levado para revisão na semana passada, ficou três dias numa oficina até ser devolvido, dois dias antes da explosão. A versão foi confirmada ao GLOBO pelo advogado Luiz Carlos Silva Neto. Segundo ele, Rogério sempre dirigia o veículo. O que não aconteceu anteontem, quando o filho, que não possuía habilitação, estava ao volante e teve o corpo dilacerado na explosão.

A investigação confirmou que um dos PMs ligados à segurança do contraventor teria saído do serviço no momento em que Rogério estava na academia de ginástica. O sargento, que serve no 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), foi substituído por um cabo. Momentos depois, aconteceu a explosão. Ouvido como testemunha, o sargento deve ter a prisão disciplinar determinada nas próximas horas.

Até a noite desta sexta-feira, cinco PMs - dois cabos e três soldados lotados nos batalhões BP-Choque, 3 (Méier), 17 (Ilha do Governador), 23 (Leblon) e Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) - envolvidos na segurança do bicheiros permaneciam presos.

Envolvido numa disputa pelo controle da máfia de bingos e caça-níqueis na Zona Oeste, Rogério Andrade mantinha como única rotina diária as idas à academia de ginástica localizada próxima de casa, no Recreio dos Bandeirantes. De acordo com investigadores, ele costumava andar sozinho no Corolla, que tinha blindagem nível 4, capaz de conter tiros de fuzis. Os seguranças, todos PMs, seguiam o contraventor em dois veículos Vectra. Submetido a uma cirurgia no Hospital Barra D'Or, ele recebeu alta ontem à tarde, retornando à casa, escoltado por policiais civis.


Sérgio Ramalho

Fonte: O Globo

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Período Sabático

A porta fechou a dois passos do paraíso.


Voltamos ao Blog após um período de abalo pós promoção.

Sim amigos, houve promoção de Oficiais e não fomos promovidos.

28 de Julho tentaremos novamente.

Abraços.

Giovanni

terça-feira, 2 de março de 2010

PEC 300 + PEC 446 = TEXTO PRINCIPAL APROVADO

DESTAQUES SERÃO VOTADOS AMANHÃ


O texto principal da emenda aglutinativa (300 + 446) acaba de ser aprovado em primeiro turno, e os destaques serão votados amanhã.

396 deputados votaram, 393 votaram sim, 2 abstenções e 1 não.


Fonte: Blog Investigador de Polícia

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Aeronáutica x franceses

Dificuldades de negociação e de cumprimento de cláusulas contratuais.


Um dos motivos que levaram a Aeronáutica a colocar em último lugar os Rafale, em relatório técnico sobre a compra de caças pelo governo, foram experiências anteriores com os franceses. As principais reclamações são: publicações técnicas ruins, dificuldades de negociação e de cumprimento de cláusulas contratuais, sobrepreço e elevado custo de manutenção de seus produtos. A FAB prefere o Gripen sueco.

Ilimar Franco

Fonte: O Globo

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

NOMES FORTES

Promoção por Merecimento para Oficiais Superiores



CORONEL QOPM:


06 VAGAS


01. RG 13071 Alexandre Freitas Elias

02. RG 13288 Rômulo Marques de Souza

03. RG 13033 Lorival Camargo

04. RG 14623 Sebastião da Silva Moura

05. RG 14609 Elói Bezerra de Castro Neto

06. RG 16461 Sílvio Benedito Alves

07. RG 13041 Ednilson Nicolau dos Santos

08. RG 12823 Juverson Augusto de Oliveira

09. RG 15658 Divino Alves de Oliveira

10. RG 15654 Avelar Lopes Viveiros

11. RG 13043 Magno Antônio Mariani

12. RG 16009 Júlio César Mota Fernandes

13. RG 12850 Moisés de Mendonça

14. RG 17326 Alexandre Teixeira Cândido

15. RG 18239 Adailton Florentino do Nascimento


TENENTE CORONEL QOPM:


09 VAGAS


01. RG 19142 Carlos Henrique da Silva

02. RG 18248 Francisco José Frazão de Morais

03. RG 20089 Luiz Alberto Sardinha Bittes

04. RG 19139 Valderir Pereira dos Santos

05. RG 19682 Pedro Castelões de Araújo Júnior

06. RG 19418 Cláudio Porto

07. RG 19678 Lindomar Mendes Louza

08. RG 17639 Vera Lúcia Vieira da Cunha Montanini

09. RG 19689 Wesley Siqueira Borges

10. RG 19675 Jesus Nunes Viana

11. RG 19666 Alberto Lacerda de Farias

12. RG 22567 Paulo Inácio da Silva

13. RG 18624 Rosângela Pereira Moraes

14. RG 20091 Luiz Carlos Alencar

15. RG 20776 Sílvio Luiz Ribeiro

16. RG 20672 Anésio Barbosa da Cruz Júnior

17. RG 18046 Rubens Maia da Silva

18. RG 19665 Adenilson Rodrigues do Nascimento

19. RG 19734 Paulo Roberto de Oliveira

20. RG 20081 Aylon José de Oliveira Júnior

21. RG 19686 Tayrone Jácome Brito

22. RG 22541 Alessandri da Rocha Almeida



Fonte: Rádio Manguba

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

CRACK

Evitar a primeira vez pode ser a sua última chance.


Apenas 10% das drogas que circulam no Brasil são apreendidas.

A Cocaína é utilizada para a fabricação do Crack.

Para cada quilo de Cocaína são fabricados 8.000 pedras de Crack.

01 quilo de Cocaína custa no Brasil R$ 9.000,00.

01 pedra de Crack custa R$ 5,00.

01 viciado consome, em média, 10 pedras de Crack por dia.

Cada viciado possibilita um lucro de R$ 50,00 por dia ao traficante.

Cada quilo de Cocaína proporciona um lucro de R$ 31.000,00 ao traficante, descontado o investimento inicial.

Para cada quilo de Cocaína que entra no Brasil e não é apreendida, 8.000 pedras de Crack são distribuídos e 800 viciados adquirem o produto.

Verificando que 20 toneladas foram apreendidas em 2008, isto significa que entraram 200 toneladas no mercado brasileiro.

200 toneladas transformadas em crack significam 1 trlhão e 600 bilhões de pedras.

Assustador e inconsistente com a nossa realidade.

Se apenas 1% desse número for realidade, teremos 16 milhões de pedras de crack circulando anualmente pelo Brasil.

16 Milhões de pedras de Crack viciarão, no mínimo, 1 milhão e meio de brasileiros.

Uma cidade inteira do tamanho de Goiânia, Capital do Estado de Goiás.

No Brasil o consumo de Crack começa aos 9 anos.

O Crack mata 30% dos viciados a cada 05 anos, 100% em 15 anos.

AVC, hepatite, doenças pulmonares e hipertensão são as principais causas de morte.

O viciado não consegue trabalhar devido ao consumo quase ininterrupto do Crack, assim não consegue dinheiro para manter o vício.

Não trabalha, rouba para conseguir dinheiro, fraqueza provocada pela droga impede a vida criminosa, consome fiado e não paga, morre assassinado pelo traficante.

As taxas de homicídios disparam nas cidades onde existe o consumo de Crack.

Chacinas nos finais de semana são apenas acerto de contas entre o comerciante e o consumidor.

Um dos mortos das causas acima, provocadas pelo consumo do Crack, pode ser um amigo seu.

Pode ser o seu filho.

É muito difícil abandonar o vício, praticamente impossível.

O melhor tratamento é não provar o Crack.

Evitar a primeira vez pode ser a sua última chance.

Converse com ele a respeito.

Pense no assunto!


Major Giovanni Valente Bonfim Júnior - PMGO

Brasil, um País Viciado

Em 7 anos, apreensões de cocaína dobram no Brasil


As apreensões de cocaína no Brasil vêm aumentando consideravelmente nos últimos anos e mais do que dobraram desde o início da década, segundo informa um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O documento da Junta Internacional Fiscalizadora de Entorpecentes (Jife) indica que as apreensões de cocaína no Brasil totalizaram 19,7 t em 2008, um aumento de cerca de 15% em relação ao ano anterior.

As apreensões de maconha no Brasil, por outro lado, tiveram uma pequena queda em 2008, segundo o relatório da Jife. Naquele ano, o Brasil apreendeu 187,1 t da droga, contra 199 t no ano anterior.

A quantidade de cocaína apreendida pelo Brasil mais do que dobrou em relação a 2001, o primeiro ano com estatísticas disponíveis. Naquele ano, foram apreendidos pelo país 8,3 t da droga.

No mesmo período, as apreensões de cocaína no México, país com perfil semelhante ao do Brasil (ambos são países utilizados para o trânsito da droga entre os países produtores e consumidores, mas também têm um mercado consumidor interno), teve uma queda de 30 t apreendidas em 2001 para 19,3 t em 2008.

O relatório da Jife afirma que "as fronteiras permeáveis e longas áreas costeiras na América do Sul são um desafio para as autoridades de controle do tráfico de drogas na região".

Segundo o documento, em toda a região houve "um aumento no uso de aeronaves leves com números de registro falsos ou roubados, operando em pistas de pouso pequenas e privadas, em áreas remotas, para transportar cocaína".

Segundo o documento, cerca de metade da cocaína apreendida pelo Brasil em 2008 havia sido traficada por rotas aéreas. A Jife também relata um aumento no uso das chamadas "mulas" (pessoas que transportam a droga no próprio corpo) e do transporte da cocaína dissolvida em líquidos.

Diversificação


O relatório da ONU adverte ainda para a "diversificação" verificada nos negócios das organizações criminosas dedicadas ao tráfico de drogas na América do Sul.

Segundo a Jife, essas organizações "parecem estar se expandindo para áreas de atividade ilícita não previamente associadas aos problemas com drogas na região".

A organização afirma ter verificado em vários países da região tentativas de desviar substâncias utilizadas para a fabricação de estimulantes do tipo anfetamina, como o ecstasy.

Em 2008, foram registrados os primeiros desmantelamentos de laboratórios ilegais para a fabricação de ecstasy na região, na Argentina e no Brasil.

Após o fechamento de um laboratório e a apreensão recorde de 132 mil unidades de ecstasy no Brasil em 2008, um novo laboratório foi localizado e fechado no país no ano passado.

Para a Jife, a América do Sul, que já era considerada uma das grandes áreas de destino do ecstasy produzido principalmente na Europa e na América do Norte, está se tornando também uma grande produtora da droga.

"Segundo o último relatório da Organização Mundial Alfandegária, em 2008 foram registradas apreensões de ecstasy originário do Brasil, do Chile e do Suriname na Holanda e na Suécia", afirma o relatório.


Fonte: Site Terra

domingo, 21 de fevereiro de 2010

PO vai Renunciar à Renúncia da Renúncia

Não durou 48 horas a decisão do empresário Paulo Octávio de permanecer no governo do Distrito Federal.


Ele foi convencido por amigos e assessores mais próximos a tirar do bolso a carta de renúncia.

O “Dia do Fico” de Paulo Octávio tinha o objetivo de construir um pacto político em torno do interesse comum dos atingidos pela crise em evitar a intervenção federal em Brasília.

O efeito foi contrário: sua permanência aumentou as chances da intervenção. E, com ela, o medo maior: abrir o debate em torno da revisão da autonomia política do Distrito Federal.

São exatamente esse dois pontos – intervenção e autonomia do DF -, que constituem a espinha dorsal da carta revisada de renúncia que o governador em exercício apresentará na semana que se inicia amanhã.

Paulo Octávio jogou a toalha e reconheceu que o sonho de governar Brasília é só um fetiche e que amor mesmo ele tem pelas suas empresas.

Já teve seu momento Mercadante, de renunciar à renúncia. Agora, renuncia à renúncia da renúncia.

Não custa esperar prá ver.


João Bosco Rabello

Fonte: O Estadão

Comentários do BLOG:

1. Quem ganha com o fim da autonomia política do Distrito Federal?
2. Para onde irão os milhões de votos de Brasília e do Entorno?

Só existe uma resposta, ganha os políticos da região e a proposta do novo Estado.

Goiás deve se preparar para mais um corte em seu mapa.

Semana de Promoção ou de Greve Geral?

Policiais e bombeiros militares de todo o país ameaçam cruzar os braços no próximo dia 3 de março.


Policiais e bombeiros militares de todo o país ameaçam cruzar os braços no próximo dia 3 de março caso a Câmara não vote até o dia 2 a proposta de emenda constitucional que cria o piso salarial para a categoria.

Proibidos pela Constituição de fazer greve, os militares apostam em uma estratégia alternativa para suspender seus trabalhos: promover o chamado aquartelamento.

“Os familiares irão para a porta dos quartéis e impedirão a saída dos militares, que não poderão fazer nada”, explica o deputado Capitão Assumpção (PSB-ES), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares. “Isso não contraria a Constituição”, ressalta.

Representantes da categoria vão se reunir em Brasília, no próximo dia 2, para pressionar os deputados a aprovarem a PEC 300/08. A proposta estabelece o piso nacional para policiais e bombeiros militares e estipula que o salário inicial das categorias não poderá ser inferior ao valor recebido pelos colegas do Distrito Federal. Os sindicalistas ameaçam votar o indicativo de paralisação caso os líderes partidários não incluam a proposta na pauta do Plenário na primeira semana de março.

Mas a votação esbarra em dois obstáculos: a eventual intervenção no Distrito Federal e a falta de acordo sobre o texto a ser votado. “Não há acordo. Não abrimos mão de votar o texto aprovado na comissão especial”, diz Capitão Assumpção.

O texto ao qual o deputado se refere é o que fixa em R$ 4,5 mil o piso para praças e em R$ 9 mil o salário inicial de oficiais. A proposta enfrenta resistência dos governadores e dos líderes partidários na Câmara, que alegam que o texto é inconstitucional por criar despesas para os Executivos sem apontar receitas.

Em busca de um entendimento, o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), propõe ajustes na redação, com a incorporção de dispositivos da PEC 446/09, que também estabelece piso para PMs e bombeiros, mas não estipula valor. O novo texto está sendo redigido pelo secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna, e um grupo de deputados ligados aos militares.


Fonte: Congresso em Foco, Ceará Agora

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Demóstenes diz que não indicará secretário



O senador Demóstenes Torres (DEM) garantiu ontem que o governo estadual vai ouvir um sonoro “não” caso ofereça a ele a indicação do comando da Secretaria da Segurança Pública (SSP) a partir de abril. A especulação no governo é de que o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, faria a oferta ao senador em conversa marcada para hoje.

“Não acredito que farão essa oferta. Mas se fizerem, eu não aceito. Não tem nenhum cabimento oferecer uma pasta de segurança faltando nove meses para terminar o governo”, disse o senador ao POPULAR na noite de ontem.

A definição de contemplar o senador com a pasta, que ele comandou no primeiro governo de Marconi Perillo (PSDB), entre 1999 e 2002, surgiu em conversas da chamada nova frente, como tentativa de reduzir a resistência que o democrata apresenta à aliança. A frente, articulada pelo governador Alcides Rodrigues (PP), é formada por DEM, PR e PSB.

Demóstenes tem dado sinais de preferência pela aliança com o PSDB, seguindo a coligação em nível nacional. Como Ernesto Roller (PP) terá de deixar o cargo no final de março para voltar à Assembleia Legislativa, surgiu a ideia de oferecer a escolha do sucessor ao senador.

Demóstenes confirmou que terá conversa com Braga, mas que foi ele próprio quem solicitou. “Vou sempre à Sefaz, a cada 10, 15 dias e não vou tratar disso.” O senador disse não ter tido informações da reunião da frente no sábado e que não tem “a mínima ideia” se a aliança vai vingar.


Fabiana Pulcineli


Fonte: Jornal O Popular

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Novo Secretário de Segurança Pública

Indicação


Nos bastidores, corre que Demóstenes reúne-se hoje (16/02) com Jorcelino Braga para tratar do substituto de Roller da SSP.


Fonte: DM

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Consumo de crack cresce sem controle no Brasil

Flagelo Nacional


O crack, droga derivada da cocaína, está se tornando um flagelo nacional, espalhada pelo país em diferentes classes sociais e tomando até salas de aula, contam Catarina Alencastro e Odilon Rios em reportagem publicada pelo GLOBO neste domingo.

Em Maceió, a imagem dos santos despedaçados, num altar da escola estadual Benício Dantas, virou o símbolo da derrota dos professores na luta contra o tráfico de drogas. Invadida várias vezes, a escola já teve salas, pavilhões, corredores e banheiros destruídos e reconstruídos várias vezes. Há dois registros de tiroteio na escola, o ginásio de esportes virou uma cracolândia, e os alunos fumam maconha nas salas de aula. No turno da tarde, 25% dos estudantes desistiram de estudar na escola ano passado. Casos como esse são rotina em Maceió. Dados do Ministério Público Estadual indicam que 30% dos alunos das 120 escolas da rede pública estadual na capital alagoana, entre 10 e 20 anos, estão envolvidos com o tráfico ou viraram viciados.

Os dados oficiais mais recentes mostram que essa tragédia se repete em outras capitais e cidades brasileiras. O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), em sua última publicação, revelou um aumento na circulação do crack no Brasil. Em 2002, 200 quilos da droga foram apreendidos. Em 2007 - último dado disponível - foram 578 quilos apreendidos. O montante equivale a 81,7% do crack apreendido na América do Sul.

Em todo o país, os serviços de atendimento a dependentes químicos relatam que mais e mais pessoas, independentemente da classe social, vêm nos últimos anos procurando ajuda para se livrar do vício do crack. A droga já é a segunda maior causa de procura por atendimento nos centros do SUS especializados em abuso de álcool e drogas, o CAPS-AD. Nesses locais, o crack só perde para a bebida.

- A rede de tratamento em algumas regiões foi surpreendida pelo aumento da procura pelo tratamento (do crack), principalmente nas grandes cidades - constata Pedro Gabriel Delgado, coordenador do Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde.

No Rio, o Programa de Estudos e Assistência ao Uso Indevido de Drogas (Projad), ligado ao Instituto de Psiquiatria da UFRJ, tem dados preliminares de um estudo ainda não publicado. Nele, constata-se que, em março de 2007, só 15% dos entrevistados haviam experimentado o crack. Em junho de 2008, esse percentual subiu para 25%. O número de pessoas que tinha usado a droga nos últimos 30 dias em março de 2007 não chegava a 1%; em junho de 2008, eram 10%. A prefeitura do Rio estima que pelo menos 800 pessoas em situação de risco (moradores de rua, principalmente) são viciadas em crack.

Em Salvador, de 2006 a 2009, 5.618 novos usuários passaram a ser atendidos pelo Programa de Redução de Danos da Universidade Federal da Bahia, um dos principais centros de estudos sobre o assunto. O alvo da pesquisa foi a população de rua e se refere só aos que aceitaram começar um processo para abandonar o vício. Para se ter uma ideia do problema, em 2006, só 26% dos novos usuários de drogas atendidos eram consumidores de crack. Em 2009, a proporção pulou para 34%; em 2008, chegou a 37,8%. Já uma pesquisa de amostra realizada com pacientes internados por dependência química, em 2006, em Porto Alegre, revelou que 43% estavam ali por conta do crack.

Um dos motivos do aumento do consumo da droga é que muitos usuários de cocaína injetável migraram para o crack, após o boom da epidemia de HIV que surpreendeu esse grupo, diz o professor Félix Henrique Kessler, vice-diretor do Centro de Pesquisa em álcool e drogas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

" Depois que se fica dependente de crack, é difícil sair. O melhor é não entrar nessa "

- Quase todos os usuários de cocaína injetável migraram para o crack - diz.

Os dados oficiais mais recentes sobre o tema são de 2005 e dão conta de que pelo menos 380 mil brasileiros fumavam, regularmente, a pedra feita com o subproduto da cocaína. Para combater o problema, o Ministério da Saúde aposta em diversificar o tratamento. A abordagem de usuários nas ruas é uma das estratégias. A exemplo do que ocorre em Salvador, Rio e outras 12 capitais montarão consultórios de rua para atrair pacientes que resistem a procurar ajuda.

- Depois que se fica dependente de crack, é difícil sair. O melhor é não entrar nessa - alerta o professor Kessler.


Fonte: O Globo

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Israel vai atacar o Irã, é agora ou nunca

Destruição de Israel é iminente, diz o líder supremo do Irã


O líder supremo da República Islâmica do Irã, Ali Khamenei, afirmou neste domingo que a destruição de Israel é "iminente" e lançou um apelo à "resistência" contra o Estado judeu.

"Estou muito otimista quanto ao futuro da Palestina, e penso que Israel está em declínio", declarou o aiatolá iraniano, na presença do líder do movimento radical palestino Jihad Islâmica, Ramadan Abdallah Challah.

"Com a vontade de Deus, a destruição de Israel será iminente", insistiu, conclamando os muçulmanos a "continuarem com a resistência" e a "confiar na vitória". O Irã não reconhece a existência de Israel e apoia os movimentos radicais palestinos.

No fim de janeiro, o líder iraniano disse que o Estado de Israel estava "fadado à destruição".
Em 2005, o presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, afirmou que Israel deveria ser "varrido do mapa". Ele ainda qualificou o Holocausto de "mito", suscitando a indignação dos países ocidentais.

A retórica anti-israelense do regime xiita é um dos fatores que elevam a preocupação com o programa nuclear do Irã. Embora não admita abertamente, dá-se por certo que israel conta com bombas atômicas, e a possível fabricação desse armamento pelo Irã --objetivo negado por Ahmadinejad--, aliada às iniciativas contra o Estado israelense poderiam elevar a tensão na região.

Autoridades israelenses já classificaram o programa nuclear iraniano como uma "ameaça existencial" para Israel.


France Presse

Fonte: Folha Online

Policial Civil de Goiás Espiona em Brasília

Policiais presos estariam a serviço de auxiliares do governador para gravar conversas nos gabinetes dos opositores.


Ainda mais debilitado política e juridicamente pela suspeita de subornar uma importante testemunha do escândalo do "mensalão do DEM", o governador José Roberto Arruda (sem partido) agora é acusado de espionar e montar dossiês contra seus adversários. Na sexta-feira, a deputada Érika Kokay (PT) enviou à Secretaria de Segurança do Distrito Federal pedido de informações sobre um episódio ocorrido dois dias antes: agentes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil prenderam, diante da Câmara Legislativa, dois policiais civis de Goiás com equipamentos de escuta ambiental.

Os policiais, segundo a deputada, estavam a serviço de auxiliares de Arruda, com a missão de gravar conversas nos gabinetes de opositores do governador. Dentre os alvos, estariam a própria Érika e a deputada Jaqueline Roriz (PMN), filha do ex-governador Joaquim Roriz, hoje arquirrival de Arruda.

"Recebi a informação de que os policiais disseram, em depoimento, que tinham sido contratados por Fábio Simão", contou Érica. Até estourar o escândalo no governo do DF, Fábio Simão era chefe de gabinete de Arruda. Foi demitido após aparecer nos vídeos que flagraram a distribuição de propina no governo.

Dois dias depois da descoberta do suposto esquema de espionagem, o diretor-geral da Polícia Civil do DF, Cleber Monteiro, pediu exoneração. Não há informações se a decisão tem relação com o episódio.

A ofensiva contra os adversários do governador vai além. Na semana passada, a ex-presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal, Estefânia Viveiros, procurou a Polícia Federal dizendo-se vítima de suposta trama de aliados do governador.

Estefânia, que comandou a OAB até dezembro e foi a responsável por formalizar um dos primeiros pedidos de afastamento de Arruda, entregou aos delegados duas fotos em que aparece conversando com Durval Barbosa, delator e personagem-chave do escândalo. A ex-presidente da OAB diz que as fotos foram "claramente montadas".

Leia mais em: Arruda é acusado de espionagem


Rodrigo Rangel


Fonte: Jornal Folha de São Paulo
Origem: Blog do Noblat